sexta-feira, 1 de maio de 2009


O Dilema do Antropólogo Francês

Todos nós passamos por situações onde somos obrigados a expor nossa opinião sobre um assunto. Muitas vezes, agimos de maneira que talvez não achamos correto. É difícil, mas precisamos ter muito cuidado para não fazermos um julgamento precipitado de alguém, é necessário analisar e pesquisar o motivo que levou a pessoa a ter determinadas atitudes.
A atividade da interdisciplina Filosofia da Educação me colocou perante uma situação onde tive que argumentar contra a decisão do antropólogo. Mas o que é argumentar? Argumentar é ter a intenção de convencer ou justificar. É importante defender nossas idéias, mas para isso precisamos ter bons argumentos.
A partir do texto “O dilema do antropólogo francês” tivemos que contestar no fórum a decisão do antropólogo, criando três argumentos refutando a decisão dele.
A missão de Claude Lee era apenas pesquisar os hábitos dos nativos, decidindo jamais interferir no modo de vida dos habitantes. Mas um de meus argumentos é que ele foi egoísta pensando apenas em seus próprios interesses. Quando os nativos perguntaram se ele era um mensageiro dos deuses e se todo homem branco é mensageiro dos deuses, ele mentiu dizendo que sim. Desta forma estava condenando aos nativos a ficar a mercê de outros homens brancos mal intencionados. Deveria ter falado a verdade porque a mentira é um ato imoral que fere a conduta do outro. Um dia a verdade virá á tona e aí já pensou na reação daquele povo?
Esta atividade nos faz refletir em muitas situações que acontece na nossa sala de aula. Quantas vezes não sabemos como agir diante de uma situação? Não sabemos quem está certo ou errado? Portanto, é necessário pensar antes de tomar qualquer decisão para não acusar ninguém injustamente.
Respondendo as indagações do Benites a respeito da postagem que fiz sobre Modelos Pedagógicos e Epistemológicos, qual modelo pedagógico eu trabalharia e como desenvolveria este trabalho dentro deste modelo.
O modelo pedagógico que orientaria a minha prática é a Pedagogia Relacional, elaborando atividades que façam com que os alunos construam seus próprios saberes a partir da interação com o outro e do diálogo constante.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Construção do Mosaico...
A interdisciplina Questões Étnico-raciais na Educação: Sociologia e História, nos proporcionou uma atividade que tinha como objetivo construir um mosaico étnico-racial com as crianças. Foi uma atividade muito interessante, porque apresentou bons resultados. A turma se mostrou envolvida com o tema em questão.
A sala de aula é um espaço onde tem muita diversidade cultural, por isso a importância dos professores realizarem este tipo de trabalho, criando atividades que desperta no aluno o interesse e a curiosidade para entender as diferentes culturas.
Primeiramente expus o quadro de Tarsila do Amaral sobre a formação do povo brasileiro, mostrando assim a relação que a artista faz com o povo brasileiro. Após elaboramos coletivamente, com o auxílio do dicionário, um conceito para diversidade cultural.
Para a realização do mosaico usaram gravuras de revistas que mostravam as diferentes raças e culturas.


Ao término do mosaico, as crianças concluíram que somos diferentes, cada um possui características próprias que são herdadas de nossos familiares. Cada um pertence a uma raça e a uma cultura diferente.
A partir das fotos trazidas de suas famílias, conversamos sobre o que cada um sabia dela, isso fez com que refletissem sobre a formação de sua família e o do povo brasileiro.
Nos dias de hoje, muitas pessoas são impedidas de exercer a sua cidadania, pelo preconceito existente. Por isso, a escola precisa trabalhar essas questões, para que os alunos se tornem adultos que saibam lidar com a diversidade e respeitá-la acima de tudo.

sexta-feira, 24 de abril de 2009



Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II

O texto “Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos” de Fernando Becker nos mostra as três diferentes formas de representar a relação ensino/aprendizagem na sala de aula.
Pensando no primeiro modelo, Pedagogia diretiva o professor é visto como o detentor do saber, ele tudo sabe e o aluno não sabe nada. Este modelo pedagógico é sustentada pela epistemologia Empirista que considera o aluno como uma tabula rasa, uma folha de papel em branco.
No segundo modelo Pedagogia não-diretiva o professor é considerado apenas um facilitador no processo ensino-aprendizagem. Essa pedagogia é sustentada pela epistemologia Apriorista que acredita que o ser humano nasce com uma bagagem de conhecimentos e o professor deve interferir o mínimo possível, acreditando que o educando aprende por conta própria, só é preciso despertar o conhecimento que ele já possui.
O terceiro e último modelo é Pedagogia Relacional, professor e aluno aprendem juntos. As vivências e conhecimentos anteriores do educando precisam ser considerados. O professor acredita que o aluno pode aprender sempre em qualquer situação de aprendizagem. Essa pedagogia é sustentada pela epistemologia construtivista ou interacionista.

Consegui a partir das reflexões deste texto analisar a forma como fui ensinada na escola pelos meus professores. Alguns até trabalhavam com a epistemologia construtivista que acredito ser uma das que permite uma aprendizagem mais significativa, onde há uma troca constante de saberes.

segunda-feira, 20 de abril de 2009



Analisando um Projeto de Aprendizagem

Um desafio neste semestre foi analisar um Projeto de Aprendizagem. O projeto do grupo analisado tinha como tema central “Fotografia através dos tempos”. Foi preciso um olhar crítico e observador para não sermos injustos com os colegas, é difícil saber se estamos fazendo uma avaliação correta, pois tudo ainda é muito novo.
Sabemos que todos os grupos, inclusive o meu, teve muita dificuldade na realização dos projetos. Era uma nova proposta de trabalho, éramos acostumados a trabalhar com o método ainda tradicional, onde o professor escolhia o tema de seu interesse, a pesquisa era feita em livros, sites as respostas apareciam prontas para a pergunta. Esta nova metodologia de Projeto de Aprendizagem parte de um assunto da curiosidade do aluno.
Algumas dúvidas, erros, acertos das colegas consegui identificar com o Projeto de Aprendizagem do meu grupo. A primeira pergunta central do projeto das colegas era muito ampla e não renderia um bom Projeto de Aprendizagem, portanto reelaboraram rompendo com as características de um projeto tradicional. Houve um crescimento do grupo em cada etapa reelaborada.
A elaboração de um Projeto de Aprendizagem requer construir e reconstruir a todo instante. O professor neste tipo de trabalho passa a ser orientador do processo ensino aprendizagem e o aluno sujeito ativo deste processo. Por isso, é importante trabalhar com essa metodologia em sala de aula.

sexta-feira, 10 de abril de 2009



Relembrar nossa ancestralidade

A primeira atividade proposta pela interdiciplina: Questões étnico-raciais na educação: sociologia e história proporcionou-me relembrar minha ancestralidade. Escrever como me vejo e como os outros me veem foi difícil, pois falar de nós mesmos muitas vezes nos intimida.
Buscar registros de nossa ancestralidade é importante para nos conhecermos melhor, pois “somos a continuação de um fio que nasceu há muito tempo atrás...”.
Montar uma galeria de fotos de minha família me fez lembrar momentos inesquecíveis que passei juntos deles. Algumas lembranças me entristeceram, pois algumas pessoas que fazem parte dessas lembranças, infelizmente, não estão mais junto de nós.
Os nossos antepassados fazem parte da nossa história de vida e é gratificante lembrar aquilo que fizeram de bom.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Início de mais um semestre...
Iniciamos o VI semestre e estamos caminhando para a reta final do curso. No dia 18 de março tivemos nosso primeiro encontro presencial. Neste dia teve a apresentação de alguns Projetos de Aprendizagens, trabalhados no semestre anterior. Isto possibilitou uma maior reflexão em torno deste tipo de trabalho.
O assunto para a pesquisa de um Projeto de Aprendizagem deve partir da curiosidade do aluno para que se sinta motivado a buscar. Normalmente, as pesquisas realizadas no Ensino Fundamental e Médio, não são desta forma, é pesquisado apenas em sites e revistas e o aluno apenas copia, não elabora suas próprias conclusões. E o assunto, geralmente, parte do professor.
Portanto, precisamos rever este método usado, ainda, muito nas escolas. O professor talvez não ensine o aluno a pesquisar, não porque não quer, e sim porque não sabe. Por isso sente-se a necessidade de uma formação continuada para os educadores.
Outro fato importante comentado na aula foi que o projeto de aprendizagem possibilita trabalhar de forma interdisciplinar, contribuindo para uma aprendizagem mais significativa no âmbito escolar.